All you need is love

foto: Art Rec Produções
Beatles num Céu de Diamantes
Recife (19/05/2012)
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:: Eles são tão felizes e dançam e cantam Beatles… Coisa linda de ver!
Educação sentimental
:: Às vezes, você acha que está apaixonada pelo Fulano, que está amando o Beltrano e que não pode viver sem o J. Pinto Fernandes. Mas – olha -, às vezes, nem é. Algumas vezes é só aquele ócio que dá no coração ou o que Marcelo Rubens Paiva chama do prazer de estar amando.
Ele tem um texto muito legal que fala sobre isso, inclusive já postei por aqui em outros carnavais.
De uma das muitas formas possíveis, eu amo Marcelo Rubens Paiva.

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*Marcelo Rubens Paiva
“O AMOR É IMPORTANTE? Eu sei disso. Quem não sabe? Imaginei o que levou alguém a sair pela cidade pregando. Será uma campanha de um site de relacionamentos ou do Movimento dos Sem-Namorado? Será uma campanha de uma marca de desodorante? De camisinha?
Ou um apaixonado se envolveu com uma pessoa titubeante, ou melhor, TRINCADA?
Muitas vezes, um cara [ou uma mina] vive uma história de amor que não se concretiza. E insiste, esperando convencer o outro lado. Se esforça para mostrar que merece uma chance. Às vezes, dura meses.
Quem já não viveu uma história dessa? Com a idade, aprende-se a distinguir quem vale a pena ser amado. A sacar onde tem história e onde tem ilusão.
Mas quem quer viver a vida com coerência?
Amar sem ser correspondido também é amar. Faz bem ser louco por uma paixão distante. Faz bem acordar e pensar nele [nela], imaginar o que estaria fazendo, sonhar secretamente, esperar um e-mail, um telefonema, um encontro. Até na ausência, há AMOR.
Porque amamos amar.”
Um filme… #9
09. Um filme de baixo orçamento que você tenha gostado

Once, com o título em português Apenas Uma Vez, é um filme irlandês muito fofinho na categoria música e cinema, e tem uma fofurice irlandesa que muito me agrada. A trilha é linda, a fotografia é encantadora, o roteiro é legal… e tudo isso com um orçamento de 150 mil dólares. Os atores cantam e tocam lindamente e, salvo engano, parece até que compuseram boa parte da trilha sonora do filme.
A história é muito simples. Um músico de rua sente-se inseguro em apresentar suas canções, então as toca nas ruas de Dublin em troca de algumas moedas, enquanto ajuda seu pai numa loja de aspiradores de pó. Numa dessas, ele conhece uma mocinha tcheca que vende rosas, mas que tem um enorme talento com a música. Claro que eles se apaixonam e o resto da história são muitas cenas com os dois cantando e tocando juntos músicas que você certamente vai baixar e ficar ouvindo um tempão depois de assistir Once.
Um filme… #8
08. Um filme ruim de um diretor bom

Eu mudaria o título do desafio de hoje para ‘Um filme não tão bom de um diretor bom’ porque nada que o Woody Allen faça consegue ser realmente um. Então nessa perspectiva do nem tão bom, Melinda e Melinda é um dos filmes do Allen que não é tão fantástico assim, embora parta de uma boa ideia: a de mostrar que a vida não é somente trágica ou somente cômica, e que na verdade esses dois aspectos se entrelaçam diariamente como nas duas histórias da “mesma” Melinda, protagonista das duas narrativas que se misturam no filme.
Melinda e Melinda tem início numa conversa de bar, onde quatro amigos intelectuais conversam sobre qual gênero dramático tem mais relação com a vida real, se a comédia ou a tragédia. Como dois deles são dramaturgos, um trágico e outro cômico, surge daí a ideia de contar uma história que se inicia do mesmo ponto, mas segue caminhos diferentes a partir do olhar e do gênero de cada um.Ambos discutem sobre suas visões filosóficas e cada um defende com unhas e dentes sua escrita, até que uma das presentes resolve contar uma história, pedindo que cada um elabore uma trama a partir daí, mas iniciando do mesmo ponto.
O filme tem tudo para ser legal, mas a história não conseguiu me prender, além de eu achar que o Will Ferrell está um pouco forçado no papel, uma espécie de alter ego do Woody Allen.
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Um filme… #7
07. Um filme que você gostaria de ter assistido no cinema e não viu

Ontem, conversando sobre filmes com Anna, discutíamos sobre filmes que foram feitos para serem vistos no cinema e outros que uma boa televisão já resolveu. Decididamente, E o Vento Levou é um filme que eu queria muito ter visto no cinema.
E o Vento Levou foi premiado com dez Oscar. Se hoje em dia ganhar um Oscar já não é mais garantia de muita coisa, naquele tempo ainda era; e E o Vento Levou foi o primeiro filme a cores a ganhar um Oscar de Melhor Filme. Outra curiosidade é que mais de mil atrizes foram entrevistadas para o papel de Scarlet, e eu realmente não consigo imaginar outra atriz jurando pela terra vermelha de Tara que não Vivien Leigh.
O filme é de 1939, mas nesse tempo os filmes demoravam para chegar aos cinemas no Brasil, imagina nos cinemas do Maranhão, de modo que minha mãe pôde assistir E o Vento Levou numa sala de cinema mesmo sem ter nascido na época do lançamento do filme.
Clássico que é clássico nunca sai de moda, mesmo com quatro horas de duração.
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Simulacro

Seria legal se eu te amasse e pudesse te ligar no meio da madrugada. E antes mesmo do seu alô, do outro lado da linha ouviria um ‘Te amo’ sem jeito e apaixonado – bobo, do jeito que eu fico quando me dou e me dôo um pouco.
Mas seria mentiroso, porque eu não te amo (ainda), e você acreditaria na falsidade de um amor que ainda não existe, e, assim, fugiria sem me dar tempo de explicar que foi apenas uma simulação, que eu não te amo (ainda).
Homens têm medo de mulheres apaixonadas. Eu tenho medo de mulheres apaixonadas. Eu tenho medo de mim.
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Esse post foi escrito em 2010 e desde então estava perdido nas profundezas de um HD bagunçado. Pensei, pensei e não consegui lembrar se era ficção ou se realmente foi escrito para alguém e que alguém seria esse, enfim.
Um filme… #6
06. Um filme de vampiro

Não gosto muito de filmes de vampiro, nem de zumbis, nem dessas coisas que não existem. Tudo bem que eu adoro Harry Potter, mas isso não vem ao caso.
Nunca assisti nenhum dos filmes da saga (cof cof) Crepúsculo por preconceito e por não gostar dessas coisas de vampiro, lobo etc e tal. Em minha defesa, digo que dia desses, enquanto zapeava, lá estava passando um desses filmes que eu não sei qual é. Parei e assisti uns dez minutos. Pronto, tentei. Mas o filme é muito mal feito, pelo menos eu achei.
Então, o meu filme de vampiro do Desafio dos 100 Filmes é Entrevista com o Vampiro. O filme é de 1994, tem Brad Pitt e Tom Cruise, dois mega galãs da década de 1990 e conta a história de um vampiro do século XVIII que dá uma entrevista para um jornalista da contemporaneidade, contando como foi mordido por Lestat, o lendário vampiro vivido por Tom Cruise, e todo o caminho que percorreu até chegar ao momento da entrevista.
Rob Pattinson, aprenda como ser vampiro, baby.
21/05/2012